Todos temos um lado insano, eu gosto de cortejar o meu. O vejo como a minha parte mais pura, mais transparente. E aqui vos deixo fragmentos deste eu.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Abrace os momentos
Dizem que a felicidade só passa uma vez. Quando ela passa temos que reconhecer e abraça-la com força pois ela não vai voltar. Ela não é arisca é amigável você não precisa correr atrás dela, ela chega e espera alguns instantes pelo seu abraço, se você não o fizer ela simplesmente vai embora e não volta.
O difícil é reconhecer que a felicidade está ao seu lado esperando pelo seu abraço, nunca se sabe quando é um momento de euforia, uma ilusão ou quando é a tão sonhada felicidade. Feliz daqueles que abraçam todos os momentos da sua vida, eles sofrem porque as ilusões tem espinhos, a euforia é áspera, e a expectativa uma faca de dois gumes, mas essas pessoas nunca correm o risco de deixar a felicidade passar! Essas pessoas são a verdadeira essência da coragem, sem medo de sofrer elas vivem e assim após cortes e feridas recebem um abraço que cura qualquer marca do passado e os torna plenamente feliz.
Infelizmente me sinto um covarde, percebo que não abracei nenhum momento da minha vida, tudo o que passou seja euforia, amor, dor, ilusão e talvez até a felicidade, somente passou, nenhum abraço, nenhuma oportunidade de alguém ficar!
O medo do sofrimento me distanciou de tudo, menos do sofrimento. Não sofri por causa de alguém, ou de alguma situação isso é evidente e sempre foi meu objetivo, mas não abraçar momentos me trouxe um sofrimento único o sofrimento de não ter vivido, de não ter sentido, de ter inúmeras experiencias pra contar e sentir que nenhuma delas foi verdadeira. De alguma forma eu acho que os momentos se cansaram de implorar desesperadamente o meu abraço, e desistiram de passar por mim.
Hoje me vejo vazia, triste, sem momentos, e com a sensação de que a felicidade já passou e eu não a convidei pra entrar, eu não a abracei e espero que tudo isso que dizem seja mito e que ela volte me dê mais uma chance, espero que os momentos voltem.
Sem medo eu abraçarei todos eles, hoje eu sei o quanto faz sofrer evitar o sofrimento, espero, grito e imploro ansiosamente por uma oportunidade da vida, um aviso qualquer pra que eu me jogue nela sem medo, sem receio, sem fronteiras! Tudo o que eu mais quero é viver, tirar essa sensação de mim de que a felicidade ficou no passado. Mas parece que a vida está de saco cheio da menina que não quis abraçar nada o que ela pode oferecer e como criança hoje faz birra como quem diz "hoje quem não quer te abraçar sou eu".
O difícil é reconhecer que a felicidade está ao seu lado esperando pelo seu abraço, nunca se sabe quando é um momento de euforia, uma ilusão ou quando é a tão sonhada felicidade. Feliz daqueles que abraçam todos os momentos da sua vida, eles sofrem porque as ilusões tem espinhos, a euforia é áspera, e a expectativa uma faca de dois gumes, mas essas pessoas nunca correm o risco de deixar a felicidade passar! Essas pessoas são a verdadeira essência da coragem, sem medo de sofrer elas vivem e assim após cortes e feridas recebem um abraço que cura qualquer marca do passado e os torna plenamente feliz.
Infelizmente me sinto um covarde, percebo que não abracei nenhum momento da minha vida, tudo o que passou seja euforia, amor, dor, ilusão e talvez até a felicidade, somente passou, nenhum abraço, nenhuma oportunidade de alguém ficar!
O medo do sofrimento me distanciou de tudo, menos do sofrimento. Não sofri por causa de alguém, ou de alguma situação isso é evidente e sempre foi meu objetivo, mas não abraçar momentos me trouxe um sofrimento único o sofrimento de não ter vivido, de não ter sentido, de ter inúmeras experiencias pra contar e sentir que nenhuma delas foi verdadeira. De alguma forma eu acho que os momentos se cansaram de implorar desesperadamente o meu abraço, e desistiram de passar por mim.
Hoje me vejo vazia, triste, sem momentos, e com a sensação de que a felicidade já passou e eu não a convidei pra entrar, eu não a abracei e espero que tudo isso que dizem seja mito e que ela volte me dê mais uma chance, espero que os momentos voltem.
Sem medo eu abraçarei todos eles, hoje eu sei o quanto faz sofrer evitar o sofrimento, espero, grito e imploro ansiosamente por uma oportunidade da vida, um aviso qualquer pra que eu me jogue nela sem medo, sem receio, sem fronteiras! Tudo o que eu mais quero é viver, tirar essa sensação de mim de que a felicidade ficou no passado. Mas parece que a vida está de saco cheio da menina que não quis abraçar nada o que ela pode oferecer e como criança hoje faz birra como quem diz "hoje quem não quer te abraçar sou eu".
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Sobre um a-sentimento!
Gosto de pensar que a inveja é apenas um engano.Algumas pessoas acham que são invejadas por carência ou superestima quem sabe, mas gosto de pensar que no fundo seja só isso.
O mundo é lugar imundo pra mais um a-sentimento inútil.
Não perca seu tempo olhando para os outros, perca seu tempo construindo seu caminho, não seja esnobe ao ponto de pensar que as pessoas vazias (ao seu ver) estão invejando
o seu caminho, pensando isso você está perdendo tempo na sua construção. Faça como eu pense que a inveja não existe, que esse a-sentimento é uma invenção das pessoas carentes para se sentirem importantes, mesmo que de formar negativa 'alguém as olha'. O
mundo já é um lugar imundo, não precisamos espalhar a sujeira acreditando nas coisas ruins que estão contidas nele.Como diria o ilustre Renato Russo " Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo prefiro acreditar no mundo do meu jeito"
Acredite no seu mundo, plante sentimentos bons, plante amor, plante sorrisos e assim talvez sejamos capazes de limpar a imundice humana, se não for possível pelo menos o nosso mundo será belo, afinal algo tem que nos dar força pra seguir em frente, que seja a nossa imaginação!
E pra esclarecer a inveja é um a-sentimento, porque no meu mundo só é digno de sentir o que faz bem!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Padronização da juventude
Basta você sair de casa por algumas horas ou minutos e observar os jovens ao seu redor, você seria capaz de encontrar disparidades entre eles? O jovens das gerações passadas sempre tiveram pontos comuns, algo que os englobava em uma única geração evidenciada em coisas sutis como músicas, roupas, e até ideologias, e ainda assim possuiam uma personalidade gritante.
A juventude atual está tão padronizada que perdeu o privilégio da personalidade própria. Todos se vestem, falam, agem, igualmente, gostam das mesmas coisas e lutam pelas mesmas coisas...desculpe uma correção: Os jovens de hoje não lutam por nada. Perderam a capacidade de pensar, de almejar, de querer algo diferente novo e melhor pro futuro deles e dos que virão.
Eu me sinto enojada em fazer parte dessa geração, em suma deslocada por não estar dentro do padrão...por ser diferente, mas tenho orgulho porque há em mim algo valioso 'personalidade própria', algo que ninguém pode copiar ou levar de mim junto com a antiga coleção outono-inverno. Sei pensar, gosto de pensar, tenho ideais pelos quais lutar e me decepciono ao ver que como eu existem poucos, gostaria de mais iguais a mim, ou melhor de mais diferente de mim, diferente de você, diferente do outro, com pontos em comum, mas que cada um tenha a sua particularidade.
Seria um sonho ver um mundo onde a sede de viver que foi explícita na contracultura retome a jovialidade a vida dos nossos queridos padrões ambulantes. Onde não se venda amigos expostos em pratilheiras de festas badaladas, ou em liquidação no barzinho.
O que me felicita é o fato de ainda existirem embora raras, gente de verdade, gente que pensa, gente que sonha, gente que ama, gente que não se influencia pelo padrão hipócrita vendido pelo Sr. Capitalismo. Pessoas da alma, que conversam, pensam, refletem, debatem, se divertem e vivem literal e sentimentalmente sem seguir a bula liberal consumista.
sábado, 16 de junho de 2012
O intuito do blog é mostrar a vocês meu lado insano, com textos criados por mim e que reflitam meus pensamentos, sentimentos, reflexões, e criticidade diante dos conflitos sociais.
Porém, a minha insanidade hoje me diz compulsivamente para postar aqui algo que não é de minha autoria, mas reflete o devaneio passageiro que me arrebatou neste sábado monótono.
Amor Platônico
Eu sou apenas alguém ou até mesmo ninguém,
Talvez alguém invisível que a admira a distância
Sem a menor esperança de um dia tornar-me visível
E você?
Você é o motivo do meu amanhecer
E a minha angústia ao anoitecer,
Você é o brinquedo caro
E eu a criança pobre
A menina solitária que quer ter o que não pode.
Dona de um amor sublime
Mas culpada por querê-lo
Como quem o olha na vitrine
Mas jamais poderá tê-lo
Eu sei de todas as suas tristezas e alegrias,
Mas você nada sabes
Nem da minha fraqueza
Nem da minha covardia
Nem sequer que eu existo.
E como um filme banal
Entre a figurante e o ator principal
Meu papel era irrelevante
Para contracenar no final.
Renato Russo
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